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terça-feira, 28 de julho de 2009

A Pedido!!!






A postagem de hoje, refere-se a matéria produzida pela RBS TV, sobre os 10 anos da morte do poeta Jayme Caetano Braun. 
Nesta bela matéria, feita pelo repórter Thiago Morão e pelo cinegrafista Marcos Luft, no dia 07 de julho de 2009, divulgamos um pouco da arte produzida aqui no nosso rincão...
É sempre bom exaltarmos as riquezas da nossa terra, elevando as Missões ao  lugar de merecido destaque.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Raizes de sustentação.

















 


"Raízes, tronco, ramagem... Ramagem, tronco, raiz...
Abriu-se uma cicatriz de onde brotei na paisagem...
O tempo me fez mensagem que os ventos pampas dirigem,
Dos anseios que me afligem de transplantar horizontes,
Buscando o rumor das fontes pra beber água na origem..."

 

Trecho do poema:Payada
Jayme Caetano Braun

quarta-feira, 8 de julho de 2009

10 Anos de Distância
















 


Na data dos 10 anos da morte do poeta maior do tradicionalismo gaúcho Jayme Caetano Braun, posto essa raridade:O poema "O Mouro do Alegrete" que ilustrava o folder original da campanha política de 1958 do tio do Jayme, sr. Rui Ramos. 
Esse é um dos dois primeiros poemas de Jayme Caetano Braun a ganhar  divulgação estadual, o outro foi "O Petiço de São Borja" que ele fez para a campanha de Getulio Vargas(postarei depois).
Ganhei essa relíquia do sr. José Morais, amigo e compadre do poeta. 

Na foto, o menino era o irmão caçula do Jayme: Pedro Canísio Caetano Braun(também poeta, tenho o livro dele,muito bom por sinal, com estilo próprio).


Abaixo um texto que fiz em homenagem a essa data:

As raízes poéticas do poeta

Os bons exemplos familiares continuam moldando a formação do ser humano.
Jayme Caetano Braun é a prova de que a força de um bom exemplo pode criar bons hábitos...
Qualquer um que queira compreender a raiz de Jayme Caetano Braun terá que refletir sobre sua família. Foi ali que nasceu o seu gostar pelos versos...
O mestre da payada teve sua escola no ambiente familiar, mais precisamente no tronco da família Ramos.
Nas reuniões que ocorriam na fazenda de seus avós maternos, homens, mulheres e crianças, recitavam versos
como forma de entretenimento.
Nesse jogo educativo, aonde as palavras formavam quadros mentais, cresciam as crianças...
Desenvolviam uma forma nova de pensar, pensavam em forma de versos; as rimas iam se agrupando e ficavam armazenadas nas gavetas da memória, na espera de ganharem vida.











É grande a lista de seus parentes que dominavam a arte de declamar, desde o seu tio-avô Laurindo Ramos, poeta e coronel revolucionário (que também trazia essa arte de berço) até os seus tios, tias, primos e primas; dentre os quais destaco as irmãs poetisas Gelsa Ramos de Morais e Danci Ramos. 
Essa corrente poética continua se expandindo até hoje.
 

Há inúmeras formas de entretenimento no mundo, mas fica esse belo exemplo para ser seguido.
Dizem que nas artes não se pode ensinar a criatividade, pois é algo íntimo do ser humano, mas pode-se ensinar o método; há casos em que o método desperta o “gostar”, nestes casos a criatividade ganha campo... Foi o que aconteceu com o poeta.
O diferencial do grande Jayme, em relação aos demais, consistia na sua excelência emotiva, que sempre serviu de guia; some aqui suas experiências campeiras juntamente com a busca constante por informações(não somente das coisas que aconteciam ao seu redor, mas também do que acontecia no mundo).
A inspiração saía abrindo caminhos, na frente da informação e da rima.
Esse era o seu grande diferencial: “O POETA ERA TODO INSPIRAÇÃO!”



Obs: Na foto da Família Ramos-Caetano, na fila de trás, o 7º da esquerda para a direita, era meu avô: Anajande Ramos Ribeiro(que também fazia seus versos...).

terça-feira, 7 de julho de 2009

Notícias do Front






















O velho buraco está de cara nova!
Ele que dantes sofreu com a forte estiagem(veja fotos nas postagens bem mais abaixo)agora remoçou e criou viço.
Ele aguarda ansioso o início da construção do pedestal para a estátua em homenagem ao poeta e payador Jayme Caetano Braun. 

Dentro dele será feita a fundação do pedestal!
As fotos foram tiradas hoje, véspera dos dez anos de morte do pajador.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

10 de Outubro de 2009

Colegas Visitando a obra.



























No decorrer desses dois anos de trabalho, recebi visita de amigos e colegas escultores Missioneiros:
Marquito Moraes da Timbaúva, 
Sônia e Newton Alvim, Sr. Balduino Luft, daqui de São Luiz 
e o grande amigo, Rossini Rodrigues de São Borja.